Contabilidade — 517 questão(ões)
#1022
ME
Dif. 2
(IADES/Contador – ALGO/2019) Uma empresa nacional fez um contrato de arrendamento mercantil com uma empresa localizada no exterior. O contrato previa, entre outras cláusulas, as seguintes condições:
a) Todos os riscos e benefícios inerentes à propriedade legal foram transferidos da arrendadora para a arrendatária;
b) As contraprestações foram suficientes para que a arrendadora recuperasse integralmente o custo do bem arrendado; e
c) A arrendatária optou pela compra do equipamento mediante pagamento do Valor Residual Garantido (VRG).
Com base nessas informações, é correto afirmar que se trata da modalidade de arrendamento mercantil denominada
a) Todos os riscos e benefícios inerentes à propriedade legal foram transferidos da arrendadora para a arrendatária;
b) As contraprestações foram suficientes para que a arrendadora recuperasse integralmente o custo do bem arrendado; e
c) A arrendatária optou pela compra do equipamento mediante pagamento do Valor Residual Garantido (VRG).
Com base nessas informações, é correto afirmar que se trata da modalidade de arrendamento mercantil denominada
- A) arrendamento mercantil financeiro.
- B) leasing operacional.
- C) arrendamento mercantil cambial.
- D) leasing operacional cambial.
- E) arrendamento mercantil operacional.
#1021
ME
Dif. 2
(FGV/Auditor Fiscal de Tributos Estaduais – SEFAZ-AM/2022) Uma sociedade empresária comercial tem ativo total de R$ 400 milhões. No ano de X1, ela resolve começar a atuar no comércio eletrônico, efetuando o arrendamento de um galpão, que será usado entre os meses de junho a dezembro. O valor do arrendamento é de R$ 1 milhão e a taxa de desconto, utilizada no período, é de 5%. A sociedade empresária avalia o melhor modo de contabilização do galpão em suas demonstrações contábeis, seguindo as diretrizes do Pronunciamento Técnico CPC 06 (R2) – Arrendamentos, ponderadas com a restrição de custo prevista no Pronunciamento Técnico CPC 00 (R2) – Estrutura Conceitual para Relatório Financeiro.
De acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 06 (R2) – Arrendamentos, assinale a opção que indica a contabilização do galpão e sua respectiva justificativa.
De acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 06 (R2) – Arrendamentos, assinale a opção que indica a contabilização do galpão e sua respectiva justificativa.
- A) Ativo, com base na continuidade.
- B) Ativo, com base no prazo de duração do contrato.
- C) Passivo, com base na continuidade.
- D) Despesa, com base na atividade fim.
- E) Despesa, com base no prazo de duração do contrato.
#1020
ME
Dif. 2
(FCC/SEFAZ – PI/2015) Em 31/12/2013, a Cia. Transportadora adquiriu um caminhão por meio de um contrato de arrendamento mercantil financeiro. O contrato será pago em 5 parcelas anuais, iguais e consecutivas de R$ 80.000,00, vencendo a primeira parcela em 31/12/2014. Sabe-se que o valor presente das prestações, na data de início do contrato de arrendamento, era R$ 288.000,00 e que, se a Cia. Transportadora tivesse adquirido o caminhão à vista, teria pagado R$ 300.000,00 (valor justo). A vida útil do caminhão é 5 anos, o valor residual esperado no final deste prazo será zero e a empresa utiliza o método das cotas constantes para cálculo da depreciação.
Com base nestas informações, a Cia. Transportadora reconheceu
Com base nestas informações, a Cia. Transportadora reconheceu
- A) receita financeira no valor de R$ 12.000,00 em 31/12/2013.
- B) um ativo no valor de R$ 300.000,00 em 31/12/2013.
- C) um passivo no valor de R$ 400.000,00 em 31/12/2013.
- D) um ativo no valor de R$ 288.000,00 em 31/12/2013.
- E) despesa no valor de R$ 80.000,00 em 2014.
#1019
ME
Dif. 2
(CESPE/Contador – TJ - RR/2012) O arrendamento mercantil é classificado como financeiro ou operacional. No arrendamento operacional, há transferência substancial de todos os riscos e benefícios inerentes à propriedade, ao passo que, no financeiro, não há transferência substancial de riscos e benefícios inerentes à propriedade.
- A) Certo
- B) Errado
#1018
ME
Dif. 2
(VUNESP/Contador – VALIPREV/2020) Assinale a alternativa correta sobre a emissão de Debêntures.
- A) São títulos de dívida de curtíssimo prazo emitidos por sociedades por ações.
- B) Para as debêntures conversíveis em ações, quando opção do debenturista, são resgatadas no vencimento pelo valor equivalente a partes beneficiárias da companhia emitente.
- C) Os direitos e as remunerações oferecidas pelas debêntures são juros, participações nos lucros e prêmios de reembolso, por exemplo.
- D) Constitui um instrumento no qual o tomador de recursos promete pagar ao aplicador o capital investido acrescido de multas por inadimplência.
- E) As debêntures são negociadas por instituições financeiras.
#1017
ME
Dif. 2
(FGV/Analista Legislativo – Contabilidade – Câmara Municipal de Caruaru – PE/2015) Em 01 de janeiro de 2014, a Cia. B emitiu debêntures de valor nominal de R$ 200.000,00 por R$ 220.000,00. Estas foram integralmente vendidas. Assinale a correta contabilização no momento da venda das debêntures, de acordo com a Lei nº 11.638/07.
- A) D – Caixa: R$ 220.000,00 C – Debêntures a pagar: R$ 220.000,00
- B) D – Caixa: R$ 220.000,00 C – Debêntures a pagar: R$ 200.000,00 C – Prêmios a amortizar: R$ 20.000,00
- C) D – Caixa: R$ 220.000,00 C – Debêntures a pagar: R$ 200.000,00 C – Reserva de Capital: R$ 20.000,00
- D) D – Contas a receber: R$ 200.000,00 C – Debêntures a pagar: R$ 200.000,00
- E) D – Caixa: R$ 220.000,00 C – Debêntures a pagar: R$ 200.000,00 C – Receita: R$ 20.000,00
#1016
ME
Dif. 2
(FGV/Técnico em Contabilidade – FUNSAÚDE/2021) Em 01/01/X0, uma sociedade empresária aplicou R$ 50.000 em debêntures para resgate em três anos. Este título irá gerar para a sociedade empresária, anualmente, rendimento de R$ 5.000, que serão acrescidos ao valor do principal. Assinale a opção que indica a contabilização desta receita na Demonstração do Resultado do Exercício da sociedade empresária, em 31/01/X0:
- A) Receitas operacionais.
- B) Outras receitas operacionais.
- C) Receitas financeiras.
- D) Distribuição do lucro.
- E) Não há reconhecimento na data.
#1014
ME
Dif. 2
(FCC/Auditor Público Externo – TCE – RS/2014) A empresa Palestra Ltda. fez uma captação de recursos no valor de R$ 4.000.000,00 por meio da emissão de debêntures, incorrendo em custos de transação no valor de R$ 400.000,00. As condições das debêntures foram bastante vantajosas e os debenturistas pagaram um prêmio no valor de R$ 100.000,00 na data da emissão. Ao final de quatro anos, a empresa fará o resgate dos títulos por meio de um único pagamento no valor de R$ 4.400.000,00.
Os lançamentos contábeis correspondentes à mensuração inicial, na data da obtenção dos recursos, foram, em reais:
Os lançamentos contábeis correspondentes à mensuração inicial, na data da obtenção dos recursos, foram, em reais:
- A) D – Caixa e Equivalentes de Caixa 3.600.000,00 D – Custos a amortizar (Resultado) 400.000,00 C – Debêntures 3.900.000,00 C – Prêmios a amortizar (PL) 100.000,00
- B) D – Caixa e Equivalentes de Caixa 3.700.000,00 D – Custos a amortizar (Passivo) 400.000,00 C – Debêntures 4.000.000,00 C – Prêmios a amortizar (Passivo) 100.000,00
- C) D – Caixa e Equivalentes de Caixa 3.700.000,00 D – Custos de emissão (Resultado) 400.000,00 C – Debêntures 4.000.000,00 C – Prêmio na emissão de Debêntures (PL) 100.000,00
- D) D – Caixa e Equivalentes de Caixa 3.600.000,00 D – Custos a amortizar (Passivo) 400.000,00 C – Debêntures 3.900.000,00 C – Prêmios a amortizar (Passivo) 100.000,00
- E) D – Caixa e Equivalentes de Caixa 4.300.000,00 C – Debêntures 4.000.000,00 C – Prêmios a amortizar (Passivo) 300.000,00
#1013
ME
Dif. 2
(FCC/Auditor Fiscal – SEFAZ-GO/2018) No dia 31/12/2015 uma empresa realizou uma emissão de debêntures para captação de recursos no valor de R$ 50.000.000,00. As debêntures apresentavam as seguintes características:
Prazo total: 15 anos
Taxa de juros: 10% ao ano
Pagamentos: parcelas iguais e anuais no valor de R$ 6.573.688,84
Para a emissão e colocação das debêntures no mercado a empresa incorreu em custos de transação no valor total de R$ 520.000,00.
Tendo em vista que a expectativa do mercado futuro de juros é que ocorrerá uma queda nos próximos anos, houve uma grande demanda pelas debêntures emitidas e a empresa conseguiu obter um valor superior ao desejado, vendendo os títulos por R$ 53.500.000,00.
Sabendo-se que a taxa de custo efetivo da operação foi 9% ao ano, o saldo contábil líquido evidenciado no passivo, no balanço patrimonial de 31/12/2016 da empresa, e o impacto no resultado de 2016 decorrente das debêntures emitidas foram, respectivamente, em reais
Prazo total: 15 anos
Taxa de juros: 10% ao ano
Pagamentos: parcelas iguais e anuais no valor de R$ 6.573.688,84
Para a emissão e colocação das debêntures no mercado a empresa incorreu em custos de transação no valor total de R$ 520.000,00.
Tendo em vista que a expectativa do mercado futuro de juros é que ocorrerá uma queda nos próximos anos, houve uma grande demanda pelas debêntures emitidas e a empresa conseguiu obter um valor superior ao desejado, vendendo os títulos por R$ 53.500.000,00.
Sabendo-se que a taxa de custo efetivo da operação foi 9% ao ano, o saldo contábil líquido evidenciado no passivo, no balanço patrimonial de 31/12/2016 da empresa, e o impacto no resultado de 2016 decorrente das debêntures emitidas foram, respectivamente, em reais
- A) 48.426.311,16 e 5.520.000,00
- B) 51.174.511,16 e 4.768.200,00
- C) 51.704.311,16 e 5.818.000,00
- D) 47.926.311,16 e 5.020.000,00
- E) 51.741.311,16 e 5.335.000,00
#1012
ME
Dif. 2
(FCC/Contador – AFAP/2019) Para financiar suas atividades, uma empresa emitiu debêntures no valor de R$ 40.000.000,00, com taxa de juros de 10% ao ano, prazo de 15 anos e parcelas anuais constantes de R$ 5.258.951,08. A empresa incorreu em custos de transação de R$ 416.000,00 e vendeu as debêntures por R$ 42.800.000,00. Considerando que a taxa de custo efetivo da operação foi de 9% ao ano, o impacto no resultado de 2018 decorrente das debêntures emitidas foi, em reais:
- A) 4.416.000,00
- B) 3.814.560,00
- C) 4.654.400,00
- D) 4.016.000,00
- E) 4.268.000,00
#1011
ME
Dif. 2
(CESPE/Técnico Tributário – SEFAZ RS/2018) Em muitos casos, a colocação de debêntures no mercado demanda a contratação de instituições financeiras para coordenar o processo, o que gera os chamados gastos com colocação de debêntures. Esses gastos
- A) são reconhecidos como despesas do período em que tiver sido feita a emissão dos títulos.
- B) são registrados como despesas antecipadas, apropriadas ao resultado proporcionalmente ao prazo de vencimento das debêntures.
- C) integram os encargos financeiros e devem ser amortizados durante o prazo de vigência das debêntures.
- D) são reconhecidos como ativos financeiros e serão baixados à medida que as debêntures forem quitadas.
- E) integram o ativo intangível e são amortizados quando do pagamento das debêntures.
#1010
ME
Dif. 2
(CEBRASPE/Analista Des. Regional – Administração – CODEVASF/2021) Em um balanço, as debêntures devem ser computadas no passivo de longo prazo, enquanto o imposto de renda a pagar deve ser inserido no passivo circulante.
- A) Certo
- B) Errado
#1009
ME
Dif. 2
(FCC/TCE-GO/2014) A Unidade Geradora de Caixa da Empresa Azulão S.A. registrou em sua contabilidade, em 2012, os seguintes valores:
custo de R$ 1.200.000,00;
reavaliação de ativo de R$ 100.000,00;
reserva de reavaliação de R$ 100.000,00;
perda por redução ao valor recuperável de R$ 100.000,00;
depreciação de R$ 60.000,00 (5% a.a.).
No ano de 2013, apurou-se:
custo de R$ 1.200.000,00;
reavaliação de R$ 100.000,00;
perda por redução ao valor recuperável de R$ 100.000,00;
depreciação de R$ 60.000,00 (5% a.a.);
valor justo de R$ 1.360.000,00.
Com base nesses dados, a empresa deve, em 2013:
custo de R$ 1.200.000,00;
reavaliação de ativo de R$ 100.000,00;
reserva de reavaliação de R$ 100.000,00;
perda por redução ao valor recuperável de R$ 100.000,00;
depreciação de R$ 60.000,00 (5% a.a.).
No ano de 2013, apurou-se:
custo de R$ 1.200.000,00;
reavaliação de R$ 100.000,00;
perda por redução ao valor recuperável de R$ 100.000,00;
depreciação de R$ 60.000,00 (5% a.a.);
valor justo de R$ 1.360.000,00.
Com base nesses dados, a empresa deve, em 2013:
- A) constituir uma perda de valor recuperável de R$ 100.000,00 no ativo para ajustar seu valor.
- B) reverter a perda de valor recuperável contra a conta redutora de reserva de reavaliação.
- C) ajustar o ativo ao valor justo de R$ 1.360.000,00 para apresentar o melhor valor do ativo.
- D) registrar no resultado do período uma reversão de perda de valor recuperável de R$ 100.000,00.
- E) manter os registros, uma vez que os dados apresentados não justificam ajustes contábeis.
#1008
ME
Dif. 2
(FCC/Contador – ARSETE – Prefeitura de Teresina/2016) A Cia. Investidora possuía, em 31/12/2015, em seu Balanço Patrimonial, um ativo intangível com vida útil indefinida (ágio derivado de expectativa de rentabilidade futura), cujo valor contábil era R$ 250.000,00, composto por custo de R$ 350.000,00 e perda por desvalorização reconhecida em 2014 de R$ 100.000,00.
Antes do encerramento do exercício de 2015, a empresa realizou o teste de recuperabilidade do ativo e obteve:
– Valor em uso: R$ 280.000,00
– Valor justo líquido das despesas de venda: R$ 240.000,00
Com base nas informações acima, o valor contábil apresentado no Balanço Patrimonial da Cia. Investidora, em 31/12/2015, para este ativo foi, em reais:
Antes do encerramento do exercício de 2015, a empresa realizou o teste de recuperabilidade do ativo e obteve:
– Valor em uso: R$ 280.000,00
– Valor justo líquido das despesas de venda: R$ 240.000,00
Com base nas informações acima, o valor contábil apresentado no Balanço Patrimonial da Cia. Investidora, em 31/12/2015, para este ativo foi, em reais:
- A) 210.000,00
- B) 250.000,00
- C) 280.000,00
- D) 240.000,00
- E) 350.000,00
#1007
ME
Dif. 2
(FCC/Analista Judiciário – Contadoria – TRF 5ª/2017) A Cia. Investidora possuía, em 31/12/2016, um ativo intangível com vida útil indefinida – ágio derivado da expectativa de rentabilidade futura – cujo valor contábil era R$ 550.000,00, composto por custo de aquisição de R$ 740.000,00 e perda por desvalorização reconhecida em 2015 de R$ 190.000,00.
Em 31/12/2016, a companhia realizou o teste de recuperabilidade do ágio (impairment) e obteve:
– Valor em uso: R$ 580.000,00
– Valor justo líquido de despesas de venda: R$ 480.000,00
O valor apresentado no Balanço Patrimonial de 31/12/2016 para este ativo (ágio) foi, em reais:
Em 31/12/2016, a companhia realizou o teste de recuperabilidade do ágio (impairment) e obteve:
– Valor em uso: R$ 580.000,00
– Valor justo líquido de despesas de venda: R$ 480.000,00
O valor apresentado no Balanço Patrimonial de 31/12/2016 para este ativo (ágio) foi, em reais:
- A) 450.000,00.
- B) 580.000,00.
- C) 550.000,00.
- D) 480.000,00.
- E) 740.000,00.
#1006
ME
Dif. 2
(FGV/Contador – SEFIN RO/2018) Em 01/07/2014, um clube de futebol adquiriu os direitos federativos de um jogador por R$ 200 milhões, assinando um contrato de 4 anos. Em 31/12/2014, o clube recebeu uma oferta de R$ 400 milhões pelo jogador, mas recusou.
Em 2015, o jogador sofreu uma contusão. Em 31/12/2015, os diretores avaliaram que não havia certeza sobre uma transferência, mas o clube poderia ganhar R$ 100 milhões até o final do contrato com publicidade.
Em 2016, o jogador se recuperou. Em 31/12/2016, o clube recebeu uma proposta formal de R$ 150 milhões pela compra dos direitos.
Assinale a opção que indica o valor contábil do jogador em 01/01/2017.
Em 2015, o jogador sofreu uma contusão. Em 31/12/2015, os diretores avaliaram que não havia certeza sobre uma transferência, mas o clube poderia ganhar R$ 100 milhões até o final do contrato com publicidade.
Em 2016, o jogador se recuperou. Em 31/12/2016, o clube recebeu uma proposta formal de R$ 150 milhões pela compra dos direitos.
Assinale a opção que indica o valor contábil do jogador em 01/01/2017.
- A) R$ 60 milhões.
- B) R$ 75 milhões.
- C) R$ 90 milhões.
- D) R$ 100 milhões.
- E) R$ 150 milhões.
#1005
ME
Dif. 2
(CEBRASPE/Analista Judiciário – STM/2018) A provisão para perda de valor recuperável de ágio por expectativa de rentabilidade futura (goodwill) só será revertida, em período posterior ao de sua constituição, se ficar comprovado que houve recomposição das expectativas de rentabilidade.
- A) Certo
- B) Errado
#1004
ME
Dif. 2
(CEBRASPE/Analista GRS – Ciências Contábeis – SLU-DF/2019) Situação hipotética: O valor em uso de um imóvel de valor contábil líquido igual a R$ 250 mil foi avaliado em R$ 200 mil, e o valor justo desse mesmo imóvel, deduzido das despesas de venda, foi estimado em R$ 235 mil.
Assertiva: O valor contábil desse imóvel deverá ser reduzido em R$ 15 mil, por meio da contabilização da despesa correspondente ou, se for o caso, pela diminuição do saldo da reavaliação realizada.
Assertiva: O valor contábil desse imóvel deverá ser reduzido em R$ 15 mil, por meio da contabilização da despesa correspondente ou, se for o caso, pela diminuição do saldo da reavaliação realizada.
- A) Certo
- B) Errado
#1003
ME
Dif. 2
(FCC/Analista em Gestão – Ciências Contábeis – DPE AM/2018) O Balanço Patrimonial de uma empresa apresentava, em 31/12/2011, o saldo contábil de R$ 600.000,00 para um equipamento de produção, composto pelas seguintes contas: custo de aquisição de R$ 1.000.000,00, depreciação acumulada de R$ 300.000,00 e perdas por redução ao valor recuperável de R$ 100.000,00.
Em 01/01/2012, a empresa reavaliou a vida útil do equipamento para 5 anos restantes e identificou um valor residual de R$ 50.000,00. A empresa adota o método das cotas constantes para cálculo da depreciação.
Ao final de 2012, após o reconhecimento da depreciação do ano, foram apurados:
– Valor justo líquido de despesas de venda: R$ 580.000,00
– Valor em uso: R$ 585.000,00
O saldo contábil apresentado para o equipamento, no Balanço Patrimonial de 31/12/2012, foi, em reais:
Em 01/01/2012, a empresa reavaliou a vida útil do equipamento para 5 anos restantes e identificou um valor residual de R$ 50.000,00. A empresa adota o método das cotas constantes para cálculo da depreciação.
Ao final de 2012, após o reconhecimento da depreciação do ano, foram apurados:
– Valor justo líquido de despesas de venda: R$ 580.000,00
– Valor em uso: R$ 585.000,00
O saldo contábil apresentado para o equipamento, no Balanço Patrimonial de 31/12/2012, foi, em reais:
- A) 585.000,00.
- B) 590.000,00.
- C) 490.000,00.
- D) 570.000,00.
- E) 580.000,00.
#1002
ME
Dif. 2
(FCC/Auditor Fiscal – SEFAZ SC/2018) A Cia. das Tintas apresentava, em seu balanço patrimonial de 31/12/2017, um ágio derivado de expectativa de rentabilidade futura, cujo valor contábil era R$ 880.000,00 e composto por: custo de R$ 990.000,00 e perda por desvalorização reconhecida em 2016 de R$ 110.000,00.
Em 31/12/2017, a companhia realizou o teste de recuperabilidade do ágio (teste de impairment) e obteve as seguintes informações:
– Valor em uso: R$ 1.050.000,00
– Valor justo líquido de despesas de venda: R$ 830.000,00
Com base nessas informações, o valor que a Cia. das Tintas apresentou em seu Balanço Patrimonial de 31/12/2017 para este ativo (ágio) foi, em reais:
Em 31/12/2017, a companhia realizou o teste de recuperabilidade do ágio (teste de impairment) e obteve as seguintes informações:
– Valor em uso: R$ 1.050.000,00
– Valor justo líquido de despesas de venda: R$ 830.000,00
Com base nessas informações, o valor que a Cia. das Tintas apresentou em seu Balanço Patrimonial de 31/12/2017 para este ativo (ágio) foi, em reais:
- A) 770.000,00.
- B) 880.000,00.
- C) 1.050.000,00.
- D) 830.000,00.
- E) 990.000,00.